Comunico a todos os amigos que fiz na blogosfera através do Flávio Meireles FC que algumas coisas passarão por algumas modificações aqui no blog.
A partir de hoje, mudarei o título e tema do blog. Agora, a URL www.flaviomeirelesfc.blogspot.com continua a mesma, mas o título será modificado. "Alviverde guerreiro" é o nome do novo blog, onde tratarei apenas sobre assuntos relacionados à Sociedade Esportiva Palmeiras.
Para quem já se acostumou a ler meus posts, nada de ficar triste - que pretensão a minha, hein?
Desde a semana passada, estou em um novo desafio. Convidado, aceitei manter um blog na Abril. Por isso, conto com a visitação de vocês no seguinte endereço: http://blogs.abril.com.br/pelota .
E nem pensem em deixar de visitar esse aqui também!
Abraços!
terça-feira, 9 de setembro de 2008
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
O adeus ao Mago!

Como bom palmeirense, não poderia deixar passar essa oportunidade de falar sobre a saída de Valdívia do Palmeiras. Camisa 10 como há muito não se via no Verdão, o Mago cativou a torcida que canta e vibra e infernizou zagueiros e torcedores rivais. Dono de dribles abusados e de uma técnica refinada, ele fez renascer em muitos palmeirenses o sentimento de orgulho de torcer para o time de Palestra Itália. Jogou muito bem no Campeonato Brasileiro do ano passado, e foi um monstro na conquista do Campeonato Paulista desse ano.
É bem verdade que não vinha fazendo um bom Brasileirão em 2008, embora tenha recuperado a boa fase desde a vitória contra o Flamengo. Ainda assim, é impossível dizer que Valdívia não fará falta ao Palmeiras. Ainda que não faça falta dentro de campo, boa parte da torcida palmeirense sentirá um vazio sempre que o time subir ao gramado e o camisa 10 não aparecer.
Valdívia não é craque. Absolutamente. Ele não é, por exemplo, mais jogador do que Alex, que vestiu a mesma camisa 10 do Palmeiras. Mas Valdívia é mago. Magia que pode ser compreendida em números. Dos 48 jogos disputados pelo Verdão na temporada, ele ficou de fora apenas de oito. A maior parte deles por conta dos 22 cartões amarelos levados ao longo de pouco mais de sete meses - uma quantidade realmente exagerada para um meia ofensivo. Mais importante que seus cartões foram seus 14 gols e suas nove assistências... seus dribles e sua irreverência...
O que vai ficar de Valdívia na memória do torcedor não é a ida para o Al Ain... O que vai ficar na memória é a provocante comemoração no segundo jogo das semifinais do Campeonato Paulista, quando o Palmeiras venceu por 2 a 0, e, depois de marcar o gol da classificação, ele pediu silêncio e "avisou" aos são paulinos que a fatura estava liquidada... Pobre de Rogério Ceni... Pobre de Alex Silva... Pobre de quem sofreu nas mãos de Valdívia as magias de seus pés...
O que vai ficar na memória do torcedor é o chororô contra o Corinthinas... Ou o drible do chute falso... Ou ainda o golaço na final do Campeonato Paulista... Que fiquem as melhores coisas!
É triste perdê-lo para o futebol dos Emirados Árabes, Mago! Mas é muito bom ter ótimas lembranças da sua passagem pelo Palmeiras!
Boa sorte em Abu Dhabi!
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Parabéns, Alex!

Dirigindo a caminho do trabalho nesta quarta-feira (13), escutei no rádio que hoje é o Dia dos Canhotos. Passei tanto tempo longe do blog, mas não poderia deixar essa data passar em branco, mesmo porque quem gosta de futebol aprecia a forma como os canhotos jogam. No meu caso, a admiração por um jogador em especial transformou-se em idolatria. Alex (ex-Coritiba, Palmeiras, Parma, Flamengo, Cruzeiro e atualmente no Fenerbahçe) é a elegância personificada nos campos de futebol.
Donos de passes preciosos e gols fenomenais, Alex é meu grande ídolo no futebol - tanta admiração rendeu-lhe, inclusive, uma foto sua no meu álbum no Orkut! É lógico que vi jogadores melhores do que ele ao longo dos 14 anos que acompanho futebol. Ronaldo, Romário, Zidane - não necessariamente nessa ordem - são, indiscutivelmente, melhores que o Cabeção revelado nas fileiras do Coritiba. Mas esse lance de idolatria é uma coisa diferente... tem a ver com identificação... e Alex fez parte - com destaque! - da maior conquista da história do meu Palmeiras, a Taça Libertadores da América de 1999. E como foi importante naquele título!
Palmeirense que é palmeirense lembra bem da atuação de gala que ele teve no segundo jogo das semifinais da competição, quando o Palmeiras venceu o River Plate por 3 a 0, jogando no Palestra Itália. Usando a camisa 10 que um dia foi de Ademir da Guia, Alex mostrou aos argentinos como o futebol pode ser também mágica. O craque marcou dois gols, um deles que se reproduz na minha mente sempre que o vejo e sempre que ouço alguém tocar no seu nome. O jogo ainda estava 2 a 0, quando Alex recebeu a bola na direita da área, olhou o sempre estabanado Bonano no gol, e bateu como se colocasse com as mãos a bola no canto direito do goleirão argentino. Coisa linda de Deus, que garantiu o Palmeiras na final da Libertadores! Coisa linda que ficou gravada na memória de todos os palmeirenses que assistiram aquele jogo!!!
Alex é mestre em fazer gols que não me saem da cabeça. Alguém aí lembra o golaço que ele fez contra a Argentina no Torneio Pré-Olímpico de 2000, quando ele deu um drible seco no Cambiasso e encobriu o goleiro hermano? Que palmeirense esquece o antológico gol sobre Rogério Ceni em pleno no Morumbi, quando camisa 10 invadiu a área chapelando quem estivesse pela frente? Há também um gol lindo que Cabeção fez em uma vitória por 5 a 0 do Palmeiras sobre o Grêmio - talvez em 1997 - , quando ele pegou de bate-pronto de direita de fora da área... E o gol de letra na final da Copa do Brasil, pelo Cruzeiro...
Personificação de elegância nos gramados... Retrato fiel do que se espera de um camisa 10... Canhoto mágico! Ídolo para todo o sempre!
Donos de passes preciosos e gols fenomenais, Alex é meu grande ídolo no futebol - tanta admiração rendeu-lhe, inclusive, uma foto sua no meu álbum no Orkut! É lógico que vi jogadores melhores do que ele ao longo dos 14 anos que acompanho futebol. Ronaldo, Romário, Zidane - não necessariamente nessa ordem - são, indiscutivelmente, melhores que o Cabeção revelado nas fileiras do Coritiba. Mas esse lance de idolatria é uma coisa diferente... tem a ver com identificação... e Alex fez parte - com destaque! - da maior conquista da história do meu Palmeiras, a Taça Libertadores da América de 1999. E como foi importante naquele título!
Palmeirense que é palmeirense lembra bem da atuação de gala que ele teve no segundo jogo das semifinais da competição, quando o Palmeiras venceu o River Plate por 3 a 0, jogando no Palestra Itália. Usando a camisa 10 que um dia foi de Ademir da Guia, Alex mostrou aos argentinos como o futebol pode ser também mágica. O craque marcou dois gols, um deles que se reproduz na minha mente sempre que o vejo e sempre que ouço alguém tocar no seu nome. O jogo ainda estava 2 a 0, quando Alex recebeu a bola na direita da área, olhou o sempre estabanado Bonano no gol, e bateu como se colocasse com as mãos a bola no canto direito do goleirão argentino. Coisa linda de Deus, que garantiu o Palmeiras na final da Libertadores! Coisa linda que ficou gravada na memória de todos os palmeirenses que assistiram aquele jogo!!!
Alex é mestre em fazer gols que não me saem da cabeça. Alguém aí lembra o golaço que ele fez contra a Argentina no Torneio Pré-Olímpico de 2000, quando ele deu um drible seco no Cambiasso e encobriu o goleiro hermano? Que palmeirense esquece o antológico gol sobre Rogério Ceni em pleno no Morumbi, quando camisa 10 invadiu a área chapelando quem estivesse pela frente? Há também um gol lindo que Cabeção fez em uma vitória por 5 a 0 do Palmeiras sobre o Grêmio - talvez em 1997 - , quando ele pegou de bate-pronto de direita de fora da área... E o gol de letra na final da Copa do Brasil, pelo Cruzeiro...
Personificação de elegância nos gramados... Retrato fiel do que se espera de um camisa 10... Canhoto mágico! Ídolo para todo o sempre!
Parabéns, Alex!
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Muito prazer! Meu nome é Zenit!

Você conhece o colega da foto aí de cima? Até a tarde desta quinta-feira (01/05), eu também não o conhecia. Pois bem, farei uma breve apresentação. Trata-se de Pavel Pogrebnyak. Atacante russo de 24 anos, ele é o camisa 8 do Zenit Saint Petersburg. Do alto do seu 1,88 metro, ele é o artilheiro da Copa Uefa. Nas 13 partidas em que esteve em campo, ele marcou nada menos que 11 gols. Uma marca e tanto para um jogador de um time russo na segunda maior competição internacional do futebol europeu!
Pogrebnyak foi um dos principais nomes do Zenit nesta terça-feira, quando o time russo conseguiu a maior façanha da sua história. Jogando contra o todo poderoso Bayern de Munique, o time dirigido pelo holandês Dick Advocaat atuou de forma impecável, garantindo uma vaga na final da Copa Uefa após uma esmagadora vitória por 4 a 0.
Sou apaixonado por futebol europeu, mas confesso que não sabia lá muita coisa sobre o Zenit. O pouco que sabia era fruto da leitura quase que obrigatória que sempre faço no Trivela. Entre os jogadores, conhecia - sem nunca ter visto jogar! - o goleiro Malafeev, o meia Tymoschuk e o atacante Arshavin.
Apresentado ao time nesta terça - quando a equipe jogou desfalcada de cinco titulares -, foi impossível não se surpreender. Sólido na defesa, firme, criativo e veloz no meio campo e letal no ataque, o Zenit Saint Petersburg é a principal surpresa do futebol europeu nessa temporada. Ainda que tenha sido campeão russo... Deixar para trás equipes teoricamente bem mais fortes, como Villarreal, Marseille, Leverkusen e Bayern de Munique é um feito que merece ser louvado!
E é para o Zenit que eu torcerei na final da Copa Uefa, contra o nada empolgante time do Rangers. A lamentar apenas a falta do gigante Pogrebnyak, suspenso pelo acúmulo de cartões amarelos. Com ele em campo, as coisas seriam bem mais fáceis para Dick Advocaat e seus comandandos!
terça-feira, 15 de abril de 2008
Mestre Cuca

Antes do início dos campeonatos estaduais em todo o Brasil, tinha a intenção de fazer um post só com os meus favoritos a conquistar o título de competições importantes, como o Carioca, o Paulista, o Mineiro, o Paranaense, o Gaúcho, o Baiano e o Pernambucano, além do Piauiense - já que moro em Teresina.
Bem... não fiz as minhas previsões porque, enfim, praticamente abandonei o blog desde o final de janeiro. Ainda escrevi algo sobre as primeiras rodadas do Campeonato Paulista, mas nada comentei sobre os demais estaduais.
Pois bem... falarei do Campeonato Carioca. Desde o início do ano, confesso que fiquei empolgado com a contratação de grandes reforços por parte de Flamengo e Fluminense. O rubro-negro, que já tinha se encontrado na reta final do Campeonato Brasileiro de 2007, contratou excelentes nomes como Kléberson e Rodrigo, além de não perder Ibson, o melhor jogador da equipe desde que voltou do futebol português.
O Fluminense, por sua vez, montou um verdadeiro esquadrão, com a contratação de nomes de muito peso, principalmente para o meio campo e o ataque. Além de não ter perdido Thiago Neves para o Palmeiras, trouxe o meia argentino Dario Conca e os atacantes Leandro Amaral, Dodô e Washington.
Desde o início, no entanto, sempre apostei no Botafogo para conquistar o título do Campeonato Carioca. O time perdeu boa parte de seus principais destaques, como o zagueiro Juninho, o lateral Joílson, o meia Zé Roberto e o atacante Dodô. Mas o Fogão tem Cuca, um dos três melhores técnicos do país na atualidade, ao lado de Muricy Ramalho e Vanderlei Luxemburgo.
Cuca é um gênio! Sou fã da sua capacidade desde que ele treinava o Goiás, no Campeonato Brasileiro de 2003, quando ressuscitou um time às margens da Série B e ainda classificou o Verdão do Planalto Central para a Copa Sul-Americana de 2004. Ressuscitar, aliás, é uma tarefa que Cuca faz muito bem!
Alguém aí sabe quem era Joílson antes de ele chegar ao Botafogo? Cuca conseguiu transformar um meia horroroso em um dos laterais mais cobiçados do país. Longe de General Severiano, o atual jogador do São Paulo voltou a ser o mesmo Joilson da Cabofriense, apagado e passivo. Por falar na lateral direita, Alessandro vem voando baixo, lembrando - ainda que de longe - aquele jogador que encantou o país no Atlético Paranaense.
E Wellington Paulista? Meu irmão é santista e, às vezes, sou "obrigado" a assistir partidas do time da Baixada. Mesmo sendo o artilheiro do Peixe no Campeonato Brasileiro de 2006 - o que lhe rendeu uma transferência para o Alavés - nunca foi para mim além de um jogador meia boca. E não é que Cuca o transformou em um dos maiores artilheiros do futebol brasileiro essa temporada?
Além de ressuscitar jogadores, merece destaque o olho clínico de Cuca para contratações. No time atual do Botafogo, ele catou o bom zagueiro André Luís na reserva do Cruzeiro, o incansável lateral esquerdo Triguinho do desprestigiado futebol belga e o esquecido lateral/meia/atacante Zé Carlos, no futebol japonês. Também pinçou nomes em desenvolvimento, como Túlio Souza, destaque no Coritiba da Série B do ano passado.
Não sei o que Cuca faz com jogadores como Joilson e Wellington Paulista, mas sei que o faz com maestria! Assim como consegue, como poucos, enxergar o futebol de uma forma diferenciada. À Cuca, todas as reverências. Parabéns, Mestre Cuca!!!
sábado, 26 de janeiro de 2008
Tá difícil, hein?

* Quarta-feira não foi o dia dos sonhos do São Paulo. Mas, convenhamos, a quinta-feira foi um pesadelo para o Santos. Mesmo jogando longe da Vila Belmiro, ninguém poderia imaginar que o Peixe perderia por 3 a 1 para o Juventus. Para se ter idéia de como as coisas no time da Baixada não estão normais, o gol da equipe foi marcado por Marcinho Guerreiro!
* Pior que a derrota em si, foram as declarações de dois importantes jogadores do time. O capitão Fábio Costa disse que o time não teve vergonha na cara, e o artilheiro Kléber Pereira afirmou que tem gente se escondendo. O clima de união parece andar bem distante da Vila Belmiro!
* Não bastasse o clima tenso entre os jogadores, o Santos ainda tem Émerson Leão como treinador. Que me desculpem os fãs do ex-goleiro, mas parece cada vez mais cristalino que ele é um engodo. Ainda mais na companhia de jogadores como Carlinhos! Imagino a felicidade dos santistas!!!
* Embora o clima de tensão seja surpreendente – estamos apenas na terceira rodada -, há motivos para se preocupar. A horrorosa 17ª posição do início da rodada transformou-se na vergonhosa 18ª colocação após a derrota para o Juventus. O Moleque Travesso não tem nada com isso e é o 13°.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Sorte de campeão?

* Entre os times que formam o trio de ferro da capital paulista, apenas o São Paulo não venceu na quarta-feira. Jogando contra o Ituano, o tricolor tropeçou e não passou de um empate em 1 a 1. Pelo segundo jogo consecutivo, o Imperador Adriano passou em branco.
* Se, por um lado, Adriano não marcou pelo segundo jogo consecutivo, Souza sorri à toa. Na vitória sobre o Rio Preto, no fim de semana, foi ele quem balançou as redes. No empate de quarta, foi novamente dos pés do meia que saiu o gol são paulino.
* O empate com o Ituano só não foi pior para o São Paulo porque o time se manteve na terceira posição, graças ao tropeço do Marília. Enquanto isso, o time de Itu vai fazendo o que realmente se esperava dele: a equipe é a 12° colocada e está no meio da tabela, a um passo do céu e outro do inferno.
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